ANÚNCIO PUBLICADO EM 30 DE MARÇO DE 2018. 

CONSCIÊNCIA, ENERGIA & MATÉRIA
Carta à Humanidade

  

Os grandes feitos e efeitos da Ciência e da Tecnologia – descobertas e invenções – nunca foram, não são, nem serão resultantes do acaso, da ignorância, mas podem ser gerados pela intuição em um cérebro – antes da execução de um trabalho sistemático – sempre dentro de um processo resultante e a partir do esforço individual de busca de um ser humano que se reclui, se isola e até sacrifica socialmente para receber sinais da consciência universal e pesquisar em compêndios, no propósito desta se revelar para a humanidade.

Não é por acaso que todos os povos, por mais isolados que estejam e ignorantes que sejam, encontrem uma explicação para a existência das leis e dos fenômenos cósmicos a partir de uma criação – não necessáriamente de um criador – que pode ser expontânea. Estamos ensaiando uma estrutura cósmica que parte do nada, isto é, do espaço completamente vazio, que se realiza e evolui progressivamente a partir dele próprio, isto é, da sua própria natureza.

Vamos ao dicionário, em busca do ESPAÇO. Vejamos, no Aurélio: “Distância entre dois pontos, ou a área ou o volume entre limites determinados”. Agora, o Cândido de Figueiredo: “Extensão indefinida”. Apenas geometria. Vejamos o que diz uma enciclopédia (a UNIVERSO, da editora Delta): “Em geometria elementar, é um conceito matemático cujas propriedades são precisadas pelos axiomas da geometria e que corresponde à ideia intuitiva do meio em que vivemos”. Para concluir, o que diz o Dicionário de Física do Horácio Macedo: “Conjunto contínuo de pontos que se podem caracterizar mediante coordenadas referidas a três eixos, fixos a um sistema físico determinado, e que constituem o referencial em que se descreve um fenômeno físico”.

Apesar da grande contribuição do trabalho em equipe para o desenvolvimento das ideias e das descobertas, o insight inicial – o sinal precursor do conhecimento novo e da ideia criadora – é fruto, sempre, do isolamento do indivíduo perante o mundo físico exterior, proporcionando a oportunidade para que o ego racional animal, no cérebro, busque um referencial cósmico externo, possível fonte de conhecimento universal, processando os dados assim colhidos numa nova ideia para uma nova descoberta ou um novo procedimento. Isto só ocorre individualmente, ainda que excepcional e simultâneamente em vários indivíduos motivados por uma mesma fonte – o tal insight – isoladamente, em lugares muito distantes. Processos coletivos, contudo, podem contribuir a posteriori para a divulgação e o desenvolvimento de uma ideia assim gerada, sua modificação e sua aplicação, ajustáveis a outros cenários e objetivos. Devemos estar atentos, portanto, para a possibilidade de um indivíduo, dentro ou fora de um grupo de trabalho, atuando contínua, demorada e isoladamente em meio a uma busca coletiva, estimulado ou não por resultados parciais nesse processo, ter um insight e o apresentar ao mesmo ou outro grupo, que dele se beneficia na busca de resultados finais, assim parecendo, erroneamente, que a ideia é de grupo e não de um indivíduo.

Tais considerações são necessárias para que não se pense ser qualquer criação fruto do esforço coletivo. Este será sempre inócuo, se não houver um, alguns ou todos seus componentes contribuindo individualmente com tais insights, inovadores, indispensáveis ao processo de descoberta ou invenção. Evidentemente, quanto maior é o número de tais contribuintes, mais rápido e mais amplamente se descobre e inventa. Costuma-se formar grupos de pesquisa e de trabalho justamente com esse objetivo, mas há, também, indivíduos que se isolam nesse processo de busca do conhecimento novo, não porque assim preferem, mas porque não conseguem motivar outras pessoas ou instituições a investir tempo e outros recursos em suas buscas, assim pessoais. Não é por outro motivo que as mais importantes descobertas e invenções da humanidade são sempre fruto da dedicação pessoal e contínua de um cientista, que, porisso mesmo, recebe o foco das atenções por essas maiores descobertas e invenções.

Quase dois anos antes de iniciar o curso de engenharia civil na Escola Politécnica da Universidade (Federal) da Bahia, no dia 14 de agosto de 1957, encontramos numa monografia rosacruz a frase “o tempo é a duração da consciência”, mais antiga e em absoluta independência com relação à proposta da relatividade de Einstein, que falecera dois anos antes, sem conseguir unificar os campos do Universo. Como físico, no entanto, o seu entendimento sobre o tempo tinha um limite, porque a Física não aceita velocidades maiores que a da luz e ele – em verdade – não poderia unificar os campos DO UNIVERSO, porque aceitava apenas os DA FÍSICA. Para os físicos – os cientistas de então – fora da Física só havia a Religião, considerada apenas como uma fuga da realidade… apesar da importante contribuição filosófica de Teilhard de Chardin, o jesuita contemporâneo de Einstein na Universidade de Princeton (EUA), onde ambos eram professores e faleceram em 1955.

Nessa época, depois da aritmética do curso primário e da matemática do secundário, focávamos nossa busca na geometria, que começa com o zero do ponto e termina com o infinito do universo. Por mais que se pense, jamais se pode admitir o espaço tendo um início ou um  fim, pois há sempre algo aquém ou além de qualquer lugar, como sempre há algo que ocorre antes ou  após qualquer momento. Certa vez um professor nos disse que seu conceito de infinito estava contido na superfície de uma esfera na qual se anda sem jamais se chegar ao seu fim, mas o calamos com a pergunta – “onde está essa esfera?” – que ele, até hoje, não respondeu. Poderia ter dito que sua esfera não estava em lugar algum porque tinha raio infinito, mas se o fizesse admitiria que o espaço não tem início nem fim. Assim, geometricamente, fomos encontrando todas as respostas, inclusive para a velocidade, que é infinita, quando o tempo é zero, isto é, quando ela é atual. Uma simples experiência física comprova isso: tomemos um pé com o comprimento de 27 centímetros. Quando pisa no chão, ocupa 27 centímetros no tempo zero (uma formiga precisaria de alguns minutos para fazer esse trajeto). É fácil calcular a velocidade da formiga, bastando dividir 27 cm pelo tempo que ela demoraria para fazer esse percurso. A velocidade para o pé ocupar esse mesmo espaço (simultâneamente, da unha do dedo maior ao fim do calcanhar) é infinita, isto é, o pé está em todos os lugares dele ao mesmo tempo, o que significa que o dono do pé tem a consciência de percorrer os 27 centímetros no tempo zero, com velocidade infinita:

V = e/t = e/zero = infinita

Isto ocorre porque o cérebro tem a consciência de que o pé ocupa todos os pontos do espaço (e = 27 centímetros) no tempo zero, simultâneamente (t = 0), mas, também, porque esta é a consciência de posição simultânea de todos os pontos geométricos da sola do pé. A velocidade com a qual o pé percorre essa distância, portanto, é infinita. Podemos afirmar, portanto, que a velocidade da consciência nesse processo é infinita. Se fechamos os olhos (ou não) podemos pensar em todo o nosso corpo, da cabeça aos pés, no tempo zero. Podemos pensar também em todo o lugar onde estamos, no tempo zero. Em geral, se estamos num lugar e vemos pela TV um jogo de futebol em outro – transmissão ao vivo – ainda que haja uma demora (por menor que seja) do sinal sair de lá e chegar onde estamos, nossa consciência está nos dois lugares ao mesmo tempo, o que lhe dá velocidade infinita (há quem faça essa experiência sem a ajuda da televisão). Assim, a consciência tem velocidade infinita, SEMPRE, seja qual for o espaço em que ela atue simultaneamente. No caso de uma comunicação telefônica, há uma velocidade correspondente à saída do sinal de um ponto para outro, pelo ar ou por cabo (velocidades diferentes pela resistência física do meio) mas a consciência das pessoas que assim se comunicam tem velocidade infinita.

Sabendo-se que existe consciência fora do cérebro (o ponto, não tendo dimensão, só existe porque tem a consciência de sua posição, sabendo-se que, sem esta, ele não existe), se o planeta Terra tiver uma consciência, ela terá presença simultânea em todos os seus pontos, como cada ser humano tem presença simultânea em todos os pontos do seu corpo e assim tem consciência de todos eles ao mesmo tempo. Podemos então afirmar:

A CONSCIÊNCIA TEM VELOCIDADE INFINITA

Não custa repetir que um corpo tem consciência em todos os pontos do seu corpo. Isso ocorre porque a consciência é o atributo que determina a posição de um ponto. Como teria ele tal posição – e não outra – se não tivesse a consciência disso? O leigo tende a pensar que quem define a posição do ponto não é ele próprio, mas a pessoa que põe o ponto no papel com “a ponta de um lápis”. Ignorância compreensível, porque se pensa que o lápis põe um ponto no papel. Se o fizesse, ninguém veria esse ponto, pois ele não tem dimensão. O que o lápis põe no papel é um círculo desenhado com um milímetro (ou menos) de diâmetro. O círculo de um ponto tem diâmetro zero e porisso não pode ser visto. O ponto só existe se ele e só ele tiver consciência de sua posição… invisível.

Assim, no início, quando todo o universo era apenas um espaço vazio – o nada – só havia pontos com a consciência de sua posição – dimensão zero – tão próximos, que, se fossem mais próximos seriam um só. A distância entre eles, segundo o grande Leibnitz, chamada de “infinitésimo”, é tão pequena que se fosse menor não existiria. Assim, qualquer espaço é a soma de todos os infinitésimos que totalizam a sua distância (no comprimento, na largura e na altura de um sólido geométrico qualquer)… em três eixos ortogonais, portanto. 

Assim começamos a geometria, isto é, a matemática indutiva, que é a base de tudo.

Isto posto, sem dúvida e sem especulação ideológica, parte-se do conhecimento novo e/ou da ideia criadora para sua aplicação num contexto científico em desenvolvimento e num consequente aproveitamento tecnológico, para o qual seja recomendado, fazendo-se engenharia.

Neste momento, assim, um novo conhecimento surge para completar o quadro do Universo infinito e eterno, respondendo à pergunta que mais incomoda os físicos, em frente a uma perturbação no espaço cósmico, como se existisse em todo ele uma quantidade perturbadora de massa a provocar uma presença  com manifestação gravitacional, além de toda aquela já conhecida como energia e matéria, como se estas tivessem também uma realidade escura.

Parece-nos óbvio que, sendo a escuridão resultante da falta de iluminação, qualquer objeto só estará escuro se não houver fonte de luz que o alcance, seja pela inexistência desta, seja porque o objeto é mais veloz que a luz, não sendo por ela alcançado. Assim, vencendo a nossa sã e provisória ignorância, devemos formular a proposta de que tais – assim designadas – “energia e matéria escuras” são manifestações de um campo que vibra pela presença daqueles conjuntos geométricos de pontos (quanta) mais velozes que a luz, certamente muito menores que as ondas (energia) e partículas (matéria) tão bem estudadas pela Física, já tão bem conhecidas e que se manifestam em velocidades inferiores ou igual à da luz, estruturando entes que formam um campo de energia e matéria luminosa e/ou iluminada.

Temos, assim, em verdade hoje matematicamente comprovável, a existência no Universo infinito e eterno, de objetos (entes) escuros, luminosos e iluminados, respectivamente manifestando-se em velocidades maiores, igual ou menores que a da luz, conforme já apresentamos em teorias publicadas em edições de 2007 e 2016 da Revista do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (Salvador, Brasil). Entendemos que os objetos escuros – estruturados geometricamente em pontos, linhas (segmentos), áreas e volumes – assim o são por se manifestarem pela consciência de suas posições e da alteração dessas em velocidade(s) inicialmente infinita (a do ponto que está em todos os lugares ao mesmo tempo, constituindo o espaço universal infinito e eterno) e que se reduz(em) com o aumento em área, volume, complexidade dos objetos (triângulos -> tetraedros -> cubos -> conjuntos destes em linha e em bloco) em movimento desses “quanta” de consciência (volume crescente e velocidade decrescente), desde a velocidade infinita (do ponto) até a do fóton (cerca de 300 mil km/seg), que se manifesta como partícula geradora de luz, tudo isso se revelando apenas pela consciência de suas posições, mas também pela energia e pela massa (matéria) em valores crescentes e estruturas (formas) mais complexas (… bósons, quarks, átomos, etc).

Estamos propondo, portanto, que a velocidade da luz estabeleça o limite entre esses dois campos: o dos quanta de consciência geométrica (objetos mais velozes que a luz) e o da energia e da matéria de consciência física (objetos menos velozes que a luz), estando eles respectivamente, nos campos da PSÍQUICA e da FÍSICA.

Evidentemente, estamos propondo uma nova disciplina – a Psíquica – para estudar, pesquisar e revelar os fenômenos que se manifestam em velocidades superiores à da luz, gerando objetos ditos “escuros”, de natureza e gravitação quânticas. Nesse contexto, ainda há tudo o que descobrir e revelar, de modo que tal disciplina deverá conviver com o que tem sido proposto e arrumado pela Fé em uma estrutura considerada e nomeada como Religião, de modo que a sua figura maior – em todos os lugares ao mesmo tempo – com o nome de Deus, possa ser considerado como o Universo infinito e eterno, cuja consciência o caracteriza como ubíquo, geradora do próprio espaço, criando-o e promovendo sua evolução, no todo e em suas partes, desde as infinitesimais até o todo infinito.

Salvador (Bahia-Brasil), 18 de março de 2018
Adinoel Motta Maia

 

Referência: site www.adinoel.mottamaia.nom.br

Pede-se que esta comunicação seja repassada por via eletrônica para pessoas com nível de educação médio e superior não só do Brasil, como do Exterior, que, lendo no idioma português, possam traduzir o texto para outros idiomas, assim levando esta notícia para o mundo… para toda a humanidade.

Esta nova edição, de 2018, acrescenta às TEORIAS de 2007 e de 2016, a REVELAÇÃO do que são as chamadas “energia e matéria escuras”, no campo quântico das estruturas de consciência na PSÍQUICA, assim unificado ao campo das estruturas ondulatória, atômica e molecular, da energia e da matéria, na FÍSICA. Com esta nova edição, portanto, o site Adinoel’s Home – The Page fecha a estrutura do Universo infinito e eterno formado pela consciência do ponto em velocidade infinita, que se reduz continuamente, na medida em que os quanta de módulos de consciência em linhas (ondas) e em blocos (partículas) se estruturam até formar o fóton (velocidade da luz), com o qual surgem as ondas e partículas da energia e da matéria, estas na base dos planetas que giram em volta das estrelas, que formam as galáxias, que funcionam como “átomos” em corpos universais (multi-versos), e assim por diante, sem limite de escala.

QUE VENHAM, AGORA, TODAS AS PESQUISAS E REVELAÇÕES  CIENTÍFICAS A DESPERTAR AS MENTES HUMANAS QUE AINDA DORMEM NO CAMPO DA SUPERSTIÇÃO E DA IGNORÂNCIA.
ESTE É O MOMENTO EM QUE SE APRESENTA
CIENTÍFICAMENTE O CORPO DE DEUS, ASSIM FORMADO POR ESTRUTURAS DE CONSCIÊNCIA, DESDE A DOS PONTOS QUE SE JUNTAM EM SÓLIDOS GEOMÉTRICOS, ATÉ A DOS MULTIPLOS VERSOS – MULTIVERSOS  –  QUE POVOAM O ESPAÇO CÓSMICO.
EM 30 DE MARÇO DE 2018 (SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO DE JESUS) – Adinoel

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