MANIFESTO DA VERDADE
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Einstein e Hawking não conseguiram fechar uma teoria unificadora do universo. Em 2007, chegamos a ela e em 2016 a completamos – publicando artigos na Revista do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia – utilizando a matemática básica apenas na confirmação do indispensável raciocínio lógico, aplicado à consciência, sem a qual o Universo é visto apenas incompleto, na sua metade física. Além da FÍSICA, de Isaac Newton (campo das velocidades menores ou igual à da luz), estamos propondo a PSÍQUICA (campo das velocidades superiores à da luz), onde é indispensável o raciocínio lógico, matemático, abstrato, praticado por intelectuais, portanto disponível a todos estes. SÓ O PENSAMENTO ABSTRATO LEVA À ATUALIDADE, SEM A QUAL NÃO SE COMPREENDE A REALIDADE. Os físicos nada querem com a atualidade, no OUTRO campo, o da PSÍQUICA, onde se pode trabalhar com a velocidade infinita e sem o qual, não se unifica o Universo.                                                                                                            

 

 SURGE A FÍSICA

DISCURSO DAS ESTRELAS

Adinoel Motta Maia (*)

 

Quem olha o céu noturno, volta no tempo e vê estrelas como já não existem, cenários já desmontados, tudo porque a luz é muito lenta, em seus lerdos quase 300 mil quilômetros por segundo. Nestes últimos quase 14 bilhões de anos, o crescimento do nosso multiverso – após a abrupta chegada, desde os pontos em grade triaxial a se estruturarem, formando ondas e partículas de energia e matéria escuras que se moviam em velocidades superluzenses até uma delas criar a luz – passou por etapas hoje já bastante conhecidas para uma avaliação do processo de crescimento e evolução desse nosso multiverso, para o qual ainda não temos um nome, embora já tenhamos nomes para galáxias, estrelas, planetas, seus satélites e até asteróides, quase todos com imagens de muito tempo atrás.  Por razões óbvias, os homens não estão muito interessados nos ambientes onde eles não podem chegar, mas já conhecem características comuns, por exemplo, das estrelas mais próximas e já descobrem planetas até há poucos anos inimagináveis, em suas órbitas.

Ah! As estrelas… da nossa galáxia, a Via Láctea, já seriam muitas demais, para o tempo que temos a olhá-las, sendo impossível estudá-las como já fazemos com –  à pequena distância da Terra – o Sol a cerca de nós em apenas 150 bilhões de quilômetros e os planetas que o orbitam, onde pretendemos chegar. Assim como são os eletrons – sua quantidade – que fazem a diferença nos átomos, são as estrelas que dão personalidade às galáxias, impondo tantas órbitas quantas sejam possíveis para que não haja conflitos. Cada uma delas carrega a própria massa e a dos planetas em suas órbitras, formando conjuntos de energia e matéria suficientes para que realizem seu trabalho e ofereçam condições efetivas de existência das mais diversas estruturas de consciência bem mais complexa que a das ondas e partículas de energia e matéria escuras. Qualquer ser humano consciente já perguntou aos seus botões, numa noite cálida ao ar livre, qual a razão de tudo isso, por que existimos nós e elas, as estrelas.

Podemos dizer que as galáxias às quais as estrelas pertencem e que formam, são como átomos de um corpo que nasce e morre, como o nosso – um multiverso – que mora no Universo, como nós moramos no Sistema Solar.  Até alguns anos atrás, os homens podiam aprender que as galáxias eram os átomos do Universo infinito e eterno, o corpo de Deus. Agora, no entanto, estamos descobrindo que não temos contato direto com  o Universo, mas sim, com um grupo muito menor de galáxias, um dos muitos corpos que nascem e morrem no Universo,  multiversos muito menores, portanto, mas ainda assim de volume e massa não imaginadas. Em face a tudo isso, podemos fazer apenas ficção com a forma do corpo de um multiverso a circular no corpo de Deus, o Universo, que não tem forma, porque, sendo único, com toda a consciência de todos os outros corpos e partículas, é infinito. Com certeza muito diferente daquela imagem de um velho barbudo, que os gregos adoravam e chamavam de Zeus. Em frente a tais coisas a descobrir e questões  a formular – isto me intriga – como podem os homens se dedicar apenas a coisas muito pequenas, que geram prazeres e ódios meramente animais. De qualquer forma, além disso ainda temos um assunto a iluminar e o faremos no último discurso: a vida.

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Adinoel Motta Maia, nascido em 1937, na cidade do Salvador, Bahia, Brasil, é engenheiro civil, professor aposentado da Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia, onde fundou as disciplinas Aeroportos, Fundamentos de Astronomia e Astronáutica e Evolução dos Transportes, além da Associação de Astrônomos Amadores da Bahia. É autor dos livros Humanidade – Uma Colônia no Corpo de Deus (Edições Melhoramentos/SP), Morte na Politécnica (Editora da Universidade Federal da Bahia), A Era Ford (Casa da Qualidade), O Alienígena Telúrico (Editora do Brasil na Bahia), Yacht Clube da Bahia (2 volumes: 60 e 75 anos), A Cruz dos Mares do Mundo(Morte no Museu de Arte Sacra), A Noite dos Livros do Mundo (Morte na Feira de Frankfurt), A Trilha dos Santos do Mundo (Morte no Caminho de Santiago), estes pelo Selo AMME. Entre os anos 1959 e 1997, foi jornalista, escrevendo para o Jornal da Bahia (onde começou como repórter e chegou a ser editor), A TARDE (fazendo página dominical) e Tribuna da Bahia (crônica semanal). Desde 1957, trabalhou na sua Teoria Unificada do Universo, para a qual  teve de criar uma nova ciência, a PSÍQUICA, que trata da consciência – em velocidades superiores à da luz – como a FÍSICA cuida da energia e da matéria, até a velocidade da luz. Deus e/ou  a Natureza Cósmica teria(m) falhado se tivessem criado um Universo capenga, apenas com uma das suas necessárias pernas. As duas teorias que publicou na Revista do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (em 2007 e 2016), lançando essa teoria, também estão no seu site: www.adinoel.mottamaia.nom.br.

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12 – DISCURSO DA VIDA