Há quem fale em verdade verdadeira, quando quer enfatizar o que diz, como se pudesse existir uma verdade falsa. Isto ocorre porque há verdades relativas e verdades absolutas. Um bom exemplo para se estudar esse contexto é o de comparar a Ciência em qualquer de suas disciplinas com a Religião, em qualquer dos seus segmentos, designados como seitas. Qualquer um destes mantém o fiel – a pessoa que frequenta o templo – na crença de que ali ouve apenas a verdade e assim, pode confiar em tudo o que lhe é dito, com o fim de tirá-lo da sua ignorância, sempre dependente e subalterno a sacerdotes ou pastores que traduzem o conhecimento ABSOLUTO de modo a dominar populações inteiras, como se fossem rebanhos de ovelhas.
Por outro lado – o lado da Ciência – essas verdades podem ser escritas literária ou matematicamente (linguagens científicas), reproduzindo o raciocínio lógico, mas sempre fugindo de conceitos absolutos, desde que o físico Albert Einstein introduziu a RELATIVIDADE para o estudo dos fenômenos físicos, pressupondo-se que nada poderia existir fora da Física, isto é, que não seja comprovado por experiências em laboratório e devidamente confirmado por cálculos matemáticos. Tradicionalmente, contudo, desde que Isaac Newton – que era místico – criou o cálculo infinitesimal, fundando a Física, passou-se a exigir a comprovação matemática para que qualquer afirmação fosse considerada verdadeira. Se, por um lado, isso reservava o conhecimento científico para uma nata de iniciados capazes de escrever e compreender a linguagem matemática reservada aos físicos; por outro lado, reduziu-se esse conhecimento científico apenas aos fenômenos da matéria e da energia, cuja velocidade é menor ou igual à da luz, acima da qual tudo seria Religião… mas agora pode ser Ciência, assim trazendo os fenômenos ditos religiosos para um campo no qual podem ser estudados científicamente, como já se pode ler em várias seções deste site.
Estaria, assim, tudo resolvido, se não houvesse Ciência fora da Física, isto é, acima da velocidade da luz. Desde que a Ciência, no entanto, designou como quantum a carga elétrica do elétron, assim criando a Mecânica Quântica, a Física passou a navegar em águas estranhas, sem sucesso, porque invadindo o campo de uma outra ciência, na qual as velocidades são superiores à da luz, onde ocorrem fenômenos considerados pela Religião e onde se insere o próprio Deus. Já é tempo, portanto, de mostrar que a Ciência não é oposta à Religião. Ao contrário, o que se conhece como Religião é uma Ciência que trabalha com a Fé. A Fé está fora da Física, mas é Psíquica. A Psíquica é a ciência da consciência. Assim como a Física trabalha com a matéria e a energia, a Psíquica trabalha com a consciência, e a Fé é parte desse campo, onde se opera com velocidades superiores à da luz.
Quem frequenta este site, encontrará muito material sobre a Psíquica e poderá ver que o Universo é o corpo de Deus, infinito e eterno. Tudo o que se ouve nos templos religiosos e se lê na Bíblia (para judeus e cristãos), assim como nos textos básicos das outras religiões, pode ser estudado científicamente na Psíquica, onde os fenômenos têm velocidades superiores à da luz, como na Física se estuda os fenômenos cujas velocidades são igual ou inferiroes à da luz. Desta maneira, estamos unificando o Universo, o campo (corpo de Deus) infinito e eterno, constituido por multiversos (múltiplas partes do universo), corpos formados por galáxias, como o corpo humano é formado por átomos; aquelas constituidas por estrelas que orbitam o núcleo galático, como estes são formados por elétrons que orbitam o núcleo atômico.

