PENSAMENTOS 

Um gole de café, bolachinhas redondas de goma, mais um gole…
Diana preferia bombons com suco de uva diluído em água gasosa…
Diego, sempre calado, escondia seus desejos…
Opção salgada, havia empadinhas de queijo e de camarão…
Ah! O chocolate líquido com leite, na boca, a molhar biscoitos sortidos!

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Estava escrito que a Páscoa cristã é comemorada na data da Páscoa judaica, porque Jesus foi martirizado e crucificado na Sexta-Feira desta, em Jerusalém. Em verdade, não deveria haver a “páscoa cristã”, ou melhor, o nome PÁSCOA deriva de PESSACH, palavra que significa passar por cima ou passar por alto, com significado judaico para a festa que celebra a libertação dos hebreus da escravidão no Egito, em “14 de Nissan”, no ano 1440, para uns, e 1280, para outros, antes de Cristo. É muito divulgado o episódio escrito na Torá, da passagem do anjo pelo Egito, matando todos os primogênitos, mas instruindo os hebreus para pintar a porta de suas casas com o sangue de um cordeiro sacrificado, assim evitando que o anjo passasse nelas. Os cristãos, não têm, portanto, uma Páscoa autêntica, como esta, a original, mas comemoram a passagem do judeu essênio Jesus por Jerusalém, na semana da Páscoa judaica, que se tornou santa para os cristãos. Diga-se, de passagem, que nos evangelhos – Novo Testamento – a narrativa sobre Jesus é interrompida na Páscoa, quando ele tinha 12 anos, até seu retorno, duas décadas depois, pouco antes de outra Páscoa, quando foi crucificado…

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Ah! O chocolate líquido com leite, na boca, a molhar biscoitos sortidos!
Lara sorriu, olhando em volta, querendo aplauso nos outros olhares…
Lucca apenas observava, sério, pesquisando intenções nos sorrisos…
Opção adulta, havia muita conversa e ninguém olhava as crianças…
Ah! Pegava-se os alimentos com as pontas dos dedos para o teto!

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Esse episódio, da passagem do anjo que matou os primogênitos egípcios, teria sido responsável pela expulsão dos hebreus pelo faraó, obrigando-os a passar surpreendentemente a pé, pelo Mar Vermelho, performance essa considerada milagrosa no – desde então –  chamado Dia da Libertação. Os hebreus, então, liderados por Moisés, construiram as bases de um novo povo e uma nova civilização. Não é exagero dizer que isso influiu no futuro da humanidade, como nenhum outro evento. Jesus é um exemplo, dessa herança. Quem se alienar desse fato estará desistindo do seu passado e consequentemente do seu futuro.

Este site tem um compromisso com o estudo, a pesquisa e a divulgação dessa História, com sua base geográfica e consequentemente cosmográfica, porque, afinal, nós todos somos membros desse Cosmo. Alienar-se, nesse processo, é parar no tempo e no espaço, em troca apenas, miseravelmente, de diversão, sem direção e sem meta a alcançar.

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Ah! Pegava-se os alimentos com as pontas dos dedos para o teto!
Pietro chegava, afinal, ainda alheio ao mundo de todos nós…
Submetido ao regime da mamadeira, só fazendo esforço para sugar…
Olhos e ouvidos percebendo vibrações sem informação…
Ah! Luzes, sons, o prazer de respirar, sim, a própria vida…

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Os homens vivem em volta da mesa, para o alimento, o trabalho, a diversão. A consciência determina as opções, inegavelmente individuais. Alimentá-la com o conhecimento que se adquire continuamente, com a experiência, a observação e a análise – nessa ordem – é o trabalho que conduz ao sucesso  momentâneo e à evolução contínua iniciada na dureza do mineral, continuada na passividade do vegetal, desenvolvida na atividade do animal e mantida eternamente na divina ubiquidade sapiencial. É necessário, porque salutar, estar em volta da mesa para colher o que esta oferece diuturnamente, ao estômago e ao cérebro. No processo contínuo de atividades cotidianas, reunir-se para comer e pensar, significa troca de experiências, de conhecimento, de ideias, a partir de uma base referencial, alimentando o corpo e o ego.

 

 

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