MANIFESTO DA VERDADE
12 

Einstein e Hawking não conseguiram fechar uma teoria unificadora do universo. Em 2007, chegamos a ela e em 2016 a completamos – publicando artigos na Revista do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia – utilizando a matemática básica apenas na confirmação do indispensável raciocínio lógico, aplicado à consciência, sem a qual o Universo é visto apenas incompleto, na sua metade física. Além da FÍSICA, de Isaac Newton (campo das velocidades menores ou igual à da luz), estamos propondo a PSÍQUICA (campo das velocidades superiores à da luz), onde é indispensável o raciocínio lógico, matemático, abstrato, praticado por intelectuais, portanto disponível a todos estes. SÓ O PENSAMENTO ABSTRATO LEVA À ATUALIDADE, SEM A QUAL NÃO SE COMPREENDE A REALIDADE. Os físicos nada querem com a atualidade, no OUTRO campo, o da PSÍQUICA, onde se pode trabalhar com a velocidade infinita e sem o qual, não se unifica o Universo.                                                                                                            

 

 SURGE A FÍSICA

DISCURSO DA VIDA

Adinoel Motta Maia (*)

 

Talvez o maior mistério do Universo seja, não a vida, mas o que se considera como vida, sendo obrigatório nascer e morrer. O que ocorre entre esses dois extremos, naturalmente é a vida, isto é, tudo. Com o desenvolvimento da robótica e da informática, fica cada vez mais difícil dizer o que é um ser vivo. Penso que o ser vivo é aquele capaz de administrar a sua própria existência, conscientemente, com capacidade de reprodução, física ou psíquica. Ah! Há um detalhe importante: o ser vivo, seja qual for sua natureza, deve ser capaz de gerar a própria energia, que precisa para realizar trabalho. Evidentemente, estão de fora todos os indivíduos que precisam de uma tomada. Outro ponto importante é o conhecimento que deve ter, de que precisa de uma estrela. Não pode haver vida, sem uma estrela por perto. Creio que não preciso dizer mais nada, mas vou aproveitar para falar de estrelas.

Antes de tudo, as estrelas são responsáveis não exatamente pela criação da vida, mas sim, pela manutenção de tudo o que conduz à vida ou a mantém, de forma direta ou indiretamente. Uma coisa que confirma esta assertiva é o fato de não haver vida quântica, embora haja consciência na atualidade. Não se produziu luz antes dos fótons se formarem, daí o nome que lhes foi dado. Já existiam, antes de haver qualquer estrela. Os fotons são resultantes dos complexos quânticos estruturados geométricamente pela união de cubos conscientes de sua composição em linha ou em bloco, cujo volume aumentava e contribuia para uma redução da velocidade nos quanta. Quando essa redução atingiu a velocidade da luz, esta surgiu como manifestação vibratória – ondas – na frequência geradora de efeito que só é visível quando há um receptor adequado a captá-lo e processá-lo. Naturalmente, ao surgir o fóton e com ele, a luz; não havia quem ou o que a percebesse.

O que importa, na luz, portanto, não é o seu efeito, mas a causa; o fenômeno que a produz. Assim, quando os fótons invadiram o espaço quântico, levando-o a uma experiência mais construtiva e consciente, ocorreram resultados que incidiram no ambiente, gerando não mais apenas consciência, mas ações e reações estruturantes, capazes de fomentar o surgimento de partículas mais complexas a formar uma sopa de ondas e partículas que se fundiram para compor os prótons e neutrons formadores de futuros núcleos atômicos que capturaram elétrons livres para compor os primeiros átomos. Só então, há cerca de 200 milhões de anos, já existiam corpos a gerar força de atração e compor nuvens de gás e poeira em quantidade suficiente para formar estrelas. Sem estas, não se teria chegado à vida. Foram necessários cerca de dez bilhões de anos para se chegar a condições atmosféricas favoráveis a ela. Sem a influência das estrelas, não se chegaria a tal.

Os defensores do acaso costumam alegar que longos períodos tiveram de ser atravessados, antes que os componentes necessários à vida se formassem, alheiatoriamente, mas, do mesmo modo como os módulos de consciência se estruturaram para povoar o campo e proporcionar a “massa” dos objetos quânticos, necessária à atração gravitacional, também eles induziram a atmosfera na Terra – não há notícia de vida em outros planetas – a prover condições adequadas de energia para a produção das primeiras moléculas orgânicas, tudo isso a partir de um momento em que, apesar do nome – Big Bang – não houve qualquer explosão, mas, sim, uma contínua expansão acoplada a uma condensação de partículas de luz (fótons). Para finalizar este relato, é preciso dizer que ao invés de um Universo – único, portanto – tem-se muitos, inúmeros multiversos, cada um com o seu Big Bang (ou não…).

______________

Adinoel Motta Maia, nascido em 1937, na cidade do Salvador, Bahia, Brasil, é engenheiro civil, professor aposentado da Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia, onde fundou as disciplinas Aeroportos, Fundamentos de Astronomia e Astronáutica e Evolução dos Transportes, além da Associação de Astrônomos Amadores da Bahia. É autor dos livros Humanidade – Uma Colônia no Corpo de Deus (Edições Melhoramentos/SP), Morte na Politécnica (Editora da Universidade Federal da Bahia), A Era Ford (Casa da Qualidade), O Alienígena Telúrico (Editora do Brasil na Bahia), Yacht Clube da Bahia (2 volumes: 60 e 75 anos), A Cruz dos Mares do Mundo(Morte no Museu de Arte Sacra), A Noite dos Livros do Mundo (Morte na Feira de Frankfurt), A Trilha dos Santos do Mundo (Morte no Caminho de Santiago), estes pelo Selo AMME. Entre os anos 1959 e 1997, foi jornalista, escrevendo para o Jornal da Bahia (onde começou como repórter e chegou a ser editor), A TARDE (fazendo página dominical) e Tribuna da Bahia (crônica semanal). Desde 1957, trabalhou na sua Teoria Unificada do Universo, para a qual  teve de criar uma nova ciência, a PSÍQUICA, que trata da consciência – em velocidades superiores à da luz – como a FÍSICA cuida da energia e da matéria, até a velocidade da luz. Deus e/ou  a Natureza Cósmica teria(m) falhado se tivessem criado um Universo capenga, apenas com uma das suas necessárias pernas. As duas teorias que publicou na Revista do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (em 2007 e 2016), lançando essa teoria, também estão no seu site: www.adinoel.mottamaia.nom.br.

 

 

 VOLTAR AO MANIFESTO DA VERDADE

OU

 VOLTAR  PARA A COZINHA